Nós mulheres somos uns bichinhos imprevisíveis.
Ah momentos em que queremos ficar isoladas de tudo e de todos, ao mesmo tempo em quereremos companhia, estar cheia de amigos e pessoas queridas.
Ou quando quereremos ficar em silêncio, deitada, outras queremos agito, pula, dança.
Ah vezes que um simples não, é o fim, ou que o mesmo é um sinal de recomeço.
Dias em que queremos sumir, outros em que queremos ser vista.
E aquelas vezes que tocamos tudo pela janela, e outras que guardamos cada pedacinho de papel de bala.
Vezes que chegamos a querer fazer o que nunca fizemos, outras que queríamos fazer o que sempre fizemos.
Quantas vezes num segundo estávamos ouvindo músicas dramáticas e tristes, e segundos depois, estamos ouvido rock e qualquer coisa que saia do eixo romântico ou depressivo.
E quando nos deparamos com “ai que depre”, ou vezes que ela nunca existiu.
Sempre estamos dispostas a morre, porque não agüentamos mais algo, sem motivo e explicação, ou aquelas vezes que queríamos mata, seja o que fosse ou por qualquer motivo absurdo.
E aqueles dias incansáveis de faxina, que a “Jurema” encarna, ou também, nada como um dia de pura preguiça e vagabundagem.
Dias e mais dias incansáveis de luta contra nos mesmas.
A nada pior que brigarmos com nós, por causa do cabelo desgrenhado, e este mesmo pode ser motivo de muita alegria, minutos antes ou depois.
E porque não querermos uma explicação nada convincente de nós mesmas sobre o porque gostamos disso e não daquilo.
Brigamos com a nossa aparência constantemente, nada ou uma “simples” acne pode ser o fim, e isso acabaria com a reputação.
Somos muito criticas, e antes de tudo, começamos a pratica sempre se auto-aplicando, nada mais justo.
Dias em que nada serve, estamos gordas ou magras de mais, nada fica bem.
Outras vezes que um roupeiro estourando de tanta roupa é motivo pra um “piti”, que nada que tem por ali, serve, ou não tem o que procuramos.
Entrar no misterioso mundo feminino requer muita pratica e cuidado emocional, pois se nós mesmas procuramos isso, equilíbrio, imagina o simples mundo masculino tentando desvendar-nos, seria uma grande luta.
Mas apesar de muitas vezes não sabermos o que queremos e o que faremos, somos vitoriosas, com garra, coragem, força, e por incrível que parece, somos dotadas de um equilíbrio emocional admirável, pois não nos afogamos no primeiro copo, quando achamos que tudo esta acabado, ou deixamos a vida nos levar, lutamos e relutamos, porque queremos e conseguimos o que queremos, com muito esforço, não é ato-a que chegamos a onde estamos, na disputa com os homens.
Mas isso não é geral, porque como toda regra a exceção.
Isso é mais ou menos como nós mulheres somos.